Entre 1976 e 1979, Lynda Carter vestiu o manto amazônico e levou Diana Prince às telas da televisão com graça, poder e autenticidade. Exibida inicialmente pela ABC e posteriormente pela CBS como The New Adventures of Wonder Woman, a série de 60 episódios definiu um padrão para adaptações de super-heroínas na era da televisão.
Produzida por Warner Bros. Television em parceria com Columbia Pictures Television e outras associações, a série marcou uma geração e consolidou a Mulher-Maravilha como um ícone cultural.
Dados Técnicos
- Emissoras: ABC (1975–1977) e CBS (1977–1979)
- Período: 1976 a 1979 (três temporadas, 59 episódios + filme pilôto)
- Formato: Cores, episódios de aproximadamente 42–51 minutos
- Produção: Warner Bros. Television, Douglas S. Cramer Productions, Bruce Lansbury Productions
- Elenco Principal: Lynda Carter, Lyle Waggoner (Steve Trevor Sr. e Jr.), Beatrice Colen (Etta Candy), Richard Eastham, entre outros
Das Origens Clássicas à Modernização
Temporada 1 – ABC (Década de 1940)
Ambientada durante a Segunda Guerra Mundial, a série apresentou a origem da super-heroína, formada pela tela da ilha paradisíaca e logo enviada à América como Diana Prince. O enredo apresenta tramas heróicas e nostálgicas com elementos de guerra e espionagem.
Temporadas 2 e 3 – CBS (The New Adventures of Wonder Woman)
Transferida para os anos 1970, a série ganhou novos ares. Diana agora trabalhava para o serviço secreto americano (IADC), comandada por Steve Trevor Jr., com suporte de um supercomputador chamado IRAC. A transformação ganhou novos efeitos visuais mais modernos.
Destaques da Protagonista
Lynda Carter como Mulher-Maravilha
A escolha de Lynda Carter veio após testes com outras atrizes como Raquel Welch e Farah Fawcett. Sua interpretação se tornou definitiva para a personagem, unindo beleza e carisma indiscutíveis que até hoje são referência.
Evolução Visual e de Personagem
- Temporada 1: Contexto histórico da guerra, atmosfera pulp, vilões nazistas.
- Temporadas 2–3: Atualização para os anos 70, uniformes modernizados, cenas de ação mais dinâmicas.

Elementos Memoráveis
- Transformação giratória: sugestão de Carter que virou marca do seriado
- Design visual e tema: produzido com qualidade para a época e indicado ao Emmy por design gráfico
- Atores cedidos pela Globo: participação de altos nomes brasileiros em outras produções da época. (não no WW). Nota: informação errônea anterior.
Fãs Comentam
“Os episódios da temporada 2 têm Diana Prince usando seu charme natural fora do uniforme… e senti que, mesmo com os clichês, Lynda Carter era uma super-heroína autêntica.”
“Ela era divina, uma Deusa para as idades… o enredo envelheceu, mas o charme de Lynda permanece.”
Legado e Impacto Cultural
- Adaptou fielmente o espírito da personagem dos quadrinhos e influenciou outras mídias do universo DC. Sua transformação giratória ainda aparece em animações como Justice League Unlimited.
- A série foi restaurada e está disponível em DVD como Complete Collection.
- Uma lembrança frequente por fãs: “Parem tudo! Wonder Woman chegou.”
Conclusão
Wonder Woman (1976–1979) foi mais que uma série de ação — foi uma celebração da feminilidade, força e esperança. Lynda Carter redefiniu o papel das heroínas na televisão, deixando um legado que ecoa até hoje.
Participe!
Qual fase você prefere: os episódios ambientados na Segunda Guerra ou as aventuras modernas dos anos 70? Deixe o seu comentário e vamos relembrar juntas essa heroína icônica!












